
Contratos mútuos automatizados por smart contract. Você não entrega seu capital à mesa — você o tranca num cofre público que a mesa não pode abrir. Nós operamos a estratégia. O contrato opera a confiança.
O serviço “contrate um trader” da era anterior foi dissolvido no zero-ponto e recristalizado sobre a base nova do ecossistema.
Você transferia capital para a mesa e confiava.
Custódia nossa, regras em documento, prestação de contas por relatório. Funcionava — mas exigia fé. E fé não é um primitivo verificável.
Você depositará num cofre on-chain. A mesa opera apenas a fração que o contrato permite.
Custódia do smart contract, regras em bytecode público na Etherscan, prestação de contas pela própria chain — a cada bloco. Nenhum papel da T$ terá poder de sacar seu principal. Nenhum. Isso não é política interna: é topologia do contrato — e será verificável no bytecode publicado, antes de qualquer cofre abrir.
Você escolhe o elemento: prazo de trava, fração entregue à mesa e participação no resultado — variável, real, verificável. Quanto mais tempo e mais fogo, maior o potencial. E maior o risco.
A liturgia mecânica do contrato mútuo. Seis movimentos, nenhuma mão humana entre o seu depósito e o seu resgate.
Conecte a carteira, escolha o regime, deposite. O contrato emite suas cotas na hora — padrão ERC-4626, o mesmo dos maiores cofres do ecossistema DeFi.
Seu endereço, seu montante, seu vencimento: gravados como uma posição individual e imutável. Cada regime é um cofre separado por construção — não por planilha.
Todos os cofres serão contratos verificados na Etherscan. Saldos, prazos, taxas e pagamentos: auditáveis por qualquer pessoa, a qualquer momento, para sempre.
Durante o prazo do seu regime, suas cotas são intransferíveis e o resgate fica selado pelo contrato. Saída antecipada existe — com penalidade que fica no cofre, beneficiando quem permanece.
A mesa ΛPEX opera apenas a fração ativa do seu regime, movendo capital exclusivamente entre estratégias na lista branca do contrato. Sacar para fora? A função não existirá no bytecode.
No vencimento, o contrato calcula principal + resultado − taxas e libera o resgate ao titular da posição. Na data certa. No endereço certo. A liquidação não dependerá de intervenção humana — é o contrato que executa, e o código será publicado.
Promessa de juros é o que as pirâmides fazem. A T$ oferece três camadas de confiança verificável — e nenhuma delas exige acreditar em nós.
Nosso capital perde antes do seu.
Nos regimes com fração ativa — R1, R2, R3·R4 — a T$ manterá uma tranche first-loss com capital próprio, de 5% a 10% do cofre conforme o regime, que absorve as primeiras perdas antes de qualquer usuário. Não é cláusula: será saldo visível on-chain. Se o colchão ficar abaixo do alvo, o contrato suspende novos depósitos sozinho. No R1-P não há tranche — o principal não é operado pela mesa, então não há perda de estratégia a absorver.
Metodologia aberta. Simule você mesmo.
Nosso simulador Monte Carlo é público: código aberto, parâmetros declarados, semente fixa — você roda e reproduz cada número que publicamos. E o histórico real dos cofres é lido direto da chain: nós não conseguiríamos maquiá-lo nem se quiséssemos.
O principal não é operado pela mesa.
No regime R1-P, 100% do principal permanece em yield passivo; a mesa opera apenas o rendimento gerado. Isso não é uma promessa da empresa — é o formato do fluxo de fundos dentro do contrato. Não é proteção de capital: permanecem os riscos de smart contract, dos protocolos integrados e dos ativos utilizados, e eles estão escritos, não escondidos.
Cada cofre, cada taxa, cada liquidação: um evento público na Ethereum. O painel da mesa não tem banco de dados privilegiado — ele lê a chain, como você pode ler. A auditoria externa de smart contract será publicada antes do primeiro depósito, e o bug bounty entra em vigor no lançamento.
O token do ecossistema é utilidade dentro da mesa — não uma promessa de valorização.
Nenhum — e desconfie de quem garanta. O resultado é variável e real: o que a estratégia produzir, menos as taxas publicadas. O que oferecemos em vez de promessa: histórico on-chain que não podemos maquiar, simulador público que você mesmo roda, e nosso capital posicionado para perder antes do seu.
Não. O depósito fica no smart contract. A mesa tem um papel técnico que só move fundos entre o cofre e estratégias na lista branca — a função de sacar para um endereço da empresa não existirá no contrato. Isso será verificável no código publicado na Etherscan, antes de qualquer cofre abrir.
Perdas acontecem — estará no contrato e nos termos, não em letra miúda. A sequência é pública: nos regimes com fração ativa, primeiro perde a tranche da T$ (5% a 10% do cofre, conforme o regime); só depois o resultado dos usuários é afetado, pro rata e com evento público na chain. No R1-P, o principal nunca é operado pela mesa.
Pode, pagando a penalidade de saída antecipada do seu regime — que fica no cofre e beneficia quem permanece, não a T$. No vencimento, a liquidação é automática: o contrato paga sua posição na data, sem você precisar pedir.
On-chain você é um endereço. Na porta de entrada, aplicamos verificação de identidade conforme a regulamentação brasileira de ativos virtuais e triagem de endereços contra listas de sanções. Transparência radical no protocolo, conformidade na entrada — é assim que o modelo se sustenta.
Os cofres R1-P, R1 e R2 abrem em lançamento controlado, com caps baixos e lista de espera, após a publicação da auditoria externa. R3 e R4 vêm na fase seguinte. Entre na lista para receber o endereço dos contratos e o relatório de auditoria em primeira mão.
Lançamento controlado, com abertura por lotes, conforme o cap de cada cofre. A lista de espera recebe primeiro: endereços dos contratos, relatório de auditoria e abertura de cada regime.
Entrar na lista de espera