:◈: Soluções — Trader de Mesa

A mesa proprietária,
reconstruída em contrato.

Contratos mútuos automatizados por smart contract. Você não entrega seu capital à mesa — você o tranca num cofre público que a mesa não pode abrir. Nós operamos a estratégia. O contrato opera a confiança.

Think  Trade  Cypher

O fim do “confie em nós”

O serviço “contrate um trader” da era anterior foi dissolvido no zero-ponto e recristalizado sobre a base nova do ecossistema.

Era anterior — mesa delegada

Você transferia capital para a mesa e confiava.

Custódia nossa, regras em documento, prestação de contas por relatório. Funcionava — mas exigia fé. E fé não é um primitivo verificável.

Adiante — contrato mútuo

Você depositará num cofre on-chain. A mesa opera apenas a fração que o contrato permite.

Custódia do smart contract, regras em bytecode público na Etherscan, prestação de contas pela própria chain — a cada bloco. Nenhum papel da T$ terá poder de sacar seu principal. Nenhum. Isso não é política interna: é topologia do contrato — e será verificável no bytecode publicado, antes de qualquer cofre abrir.

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Quatro regimes. Um contrato mútuo.

Você escolhe o elemento: prazo de trava, fração entregue à mesa e participação no resultado — variável, real, verificável. Quanto mais tempo e mais fogo, maior o potencial. E maior o risco.

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R1-P

Água — Rendimento Operado
  • Trava · 30 dias
  • Principal · 100% em yield passivo
  • Mesa opera · só o rendimento
  • Taxas · somente sobre rendimento
  • Ticket mínimo · a definir no lançamento
A porta de entrada
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R1

Terra — Conservador
  • Trava · 30 dias
  • Fração ativa · até 10%
  • First-loss T$ · 5% do cofre
  • Performance · 5% do lucro
Fundação
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R2

Ar — Moderado
  • Trava · 90 dias
  • Fração ativa · até 25%
  • First-loss T$ · 7,5% do cofre
  • Performance · 10% do lucro
Movimento
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R3 · R4

Fogo — Arrojado
  • Trava · 180–365 dias
  • Fração ativa · até 60%
  • First-loss T$ · 10% do cofre
  • Performance · 15–20% do lucro
Em preparação — Fase 3

Payment Flow

A liturgia mecânica do contrato mútuo. Seis movimentos, nenhuma mão humana entre o seu depósito e o seu resgate.

Entrada

Conecte a carteira, escolha o regime, deposite. O contrato emite suas cotas na hora — padrão ERC-4626, o mesmo dos maiores cofres do ecossistema DeFi.

Categorização

Seu endereço, seu montante, seu vencimento: gravados como uma posição individual e imutável. Cada regime é um cofre separado por construção — não por planilha.

Registro público

Todos os cofres serão contratos verificados na Etherscan. Saldos, prazos, taxas e pagamentos: auditáveis por qualquer pessoa, a qualquer momento, para sempre.

etherscan.io/address/0x… — endereço publicado no lançamento

Trava

Durante o prazo do seu regime, suas cotas são intransferíveis e o resgate fica selado pelo contrato. Saída antecipada existe — com penalidade que fica no cofre, beneficiando quem permanece.

Operação

A mesa ΛPEX opera apenas a fração ativa do seu regime, movendo capital exclusivamente entre estratégias na lista branca do contrato. Sacar para fora? A função não existirá no bytecode.

Liquidação automática

No vencimento, o contrato calcula principal + resultado − taxas e libera o resgate ao titular da posição. Na data certa. No endereço certo. A liquidação não dependerá de intervenção humana — é o contrato que executa, e o código será publicado.

Λ

Não prometemos retorno.
Oferecemos algo melhor.

Promessa de juros é o que as pirâmides fazem. A T$ oferece três camadas de confiança verificável — e nenhuma delas exige acreditar em nós.

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Nosso capital perde antes do seu.

Nos regimes com fração ativa — R1, R2, R3·R4 — a T$ manterá uma tranche first-loss com capital próprio, de 5% a 10% do cofre conforme o regime, que absorve as primeiras perdas antes de qualquer usuário. Não é cláusula: será saldo visível on-chain. Se o colchão ficar abaixo do alvo, o contrato suspende novos depósitos sozinho. No R1-P não há tranche — o principal não é operado pela mesa, então não há perda de estratégia a absorver.

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Metodologia aberta. Simule você mesmo.

Nosso simulador Monte Carlo é público: código aberto, parâmetros declarados, semente fixa — você roda e reproduz cada número que publicamos. E o histórico real dos cofres é lido direto da chain: nós não conseguiríamos maquiá-lo nem se quiséssemos.

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O principal não é operado pela mesa.

No regime R1-P, 100% do principal permanece em yield passivo; a mesa opera apenas o rendimento gerado. Isso não é uma promessa da empresa — é o formato do fluxo de fundos dentro do contrato. Não é proteção de capital: permanecem os riscos de smart contract, dos protocolos integrados e dos ativos utilizados, e eles estão escritos, não escondidos.

com tranche first-loss sem tranche ← perdas até 7,5%: absorvidas pela T$ lucro: idêntico nos dois casos 0 −7,5% 0 resultado bruto do cofre →
Ilustração do mecanismo first-loss no vencimento, nos regimes com fração ativa (exemplo: R2, 7,5%): perdas do cofre até esse limite são debitadas do capital júnior da T$ antes de tocar o principal dos usuários; nos cenários de lucro, nada muda. Ilustração de mecânica contratual — não é projeção, promessa ou garantia de retorno.
Don't trust. Verify. ⟐

Cada cofre, cada taxa, cada liquidação: um evento público na Ethereum. O painel da mesa não tem banco de dados privilegiado — ele lê a chain, como você pode ler. A auditoria externa de smart contract será publicada antes do primeiro depósito, e o bug bounty entra em vigor no lançamento.

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O papel do SPHR

O token do ecossistema é utilidade dentro da mesa — não uma promessa de valorização.

SPHR
  • Desconto nas taxas — performance e gestão quitadas em SPHR pagam menos.
  • Acesso prioritário — caps e novos regimes abrem primeiro para quem mantém SPHR em governança.
  • Voto nos parâmetros — taxas, lista branca de estratégias e novos cofres passam pela governança, com timelock público de 48h.
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Perguntas diretas, respostas diretas

Qual retorno vocês garantem?

Nenhum — e desconfie de quem garanta. O resultado é variável e real: o que a estratégia produzir, menos as taxas publicadas. O que oferecemos em vez de promessa: histórico on-chain que não podemos maquiar, simulador público que você mesmo roda, e nosso capital posicionado para perder antes do seu.

Vocês ficam com meu dinheiro?

Não. O depósito fica no smart contract. A mesa tem um papel técnico que só move fundos entre o cofre e estratégias na lista branca — a função de sacar para um endereço da empresa não existirá no contrato. Isso será verificável no código publicado na Etherscan, antes de qualquer cofre abrir.

E se a estratégia perder?

Perdas acontecem — estará no contrato e nos termos, não em letra miúda. A sequência é pública: nos regimes com fração ativa, primeiro perde a tranche da T$ (5% a 10% do cofre, conforme o regime); só depois o resultado dos usuários é afetado, pro rata e com evento público na chain. No R1-P, o principal nunca é operado pela mesa.

Posso sair antes do vencimento?

Pode, pagando a penalidade de saída antecipada do seu regime — que fica no cofre e beneficia quem permanece, não a T$. No vencimento, a liquidação é automática: o contrato paga sua posição na data, sem você precisar pedir.

Preciso me identificar?

On-chain você é um endereço. Na porta de entrada, aplicamos verificação de identidade conforme a regulamentação brasileira de ativos virtuais e triagem de endereços contra listas de sanções. Transparência radical no protocolo, conformidade na entrada — é assim que o modelo se sustenta.

Quando abre?

Os cofres R1-P, R1 e R2 abrem em lançamento controlado, com caps baixos e lista de espera, após a publicação da auditoria externa. R3 e R4 vêm na fase seguinte. Entre na lista para receber o endereço dos contratos e o relatório de auditoria em primeira mão.

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A mesa está posta.
O contrato é a mesa.

Lançamento controlado, com abertura por lotes, conforme o cap de cada cofre. A lista de espera recebe primeiro: endereços dos contratos, relatório de auditoria e abertura de cada regime.

Entrar na lista de espera
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